domingo, 8 de novembro de 2009

Engel

Engel Anjo

Wer zu Lebzeit gut auf Erden Quem é bom durante a vida na Terra
wird nach dem Tod ein Engel werden Vai se tornar um anjo depois da morte
den Blick gen Himmel fragst du dann Você olha pro céu e se pergunta
warum man sie nicht sehen kann Por que as pessoas não podem vê-los
Erst wenn die Wolken schlafen gehen Só quando as nuvens vão dormir
kann man uns am Himmel sehen Podemos ser vistos no céu
wir haben Angst und sind allein Nós estamos angustiados e sozinhos
Gott weiss Ich will kein Engel sein Deus sabe que eu não quero ser um anjo
Sie leben hinterm Sonnenschein Eles vivem atrás do brilho do Sol
getrennt von uns unendlich weit Separados de nós por uma distância sem fim
sie müssen sich an Sterne krallen (ganz fest) Eles precisam se agarrar nas estrelas (bem forte)
damit sie nicht vom Himmel fallen Para não caírem do céu

Erst wenn die Wolken schlafen gehen Só quando as nuvens vão dormir
kann man uns am Himmel sehen Podemos ser vistos no céu
wir haben Angst und sind allein Nós estamos angustiados e sozinhos
Gott weiss Ich will kein Engel sein Deus sabe que eu não quero ser um anjo

Erst wenn die Wolken schlafen gehen Só quando as nuvens vão dormir
kann man uns am Himmel sehen Podemos ser vistos no céu
wir haben Angst und sind allein Nós estamos angustiados e sozinhos
Gott weiss Ich will kein Engel sein Deus sabe que eu não quero ser um anjo


pra que anjos... se temos amigos?

outras definições para anjos

Com patas são os cães, em garrafas são vinhos e whiskys, beleza sem contexto, reflexão sem explicação

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Insights



Sou vegetariano. Tenho restrições de cardapio diante desse mundo carnivoro. Mas é só isso. Não estou de dieta com a vida. Sou seletivo, mas me permito provar, conhecer e desfrutar o "cardapio" que a vida oferece.

Um mundo amplo e vasto - cheio de ideias. "As ideias estão no chão, voce tropeça e acha a solução". É por isso que não tenho medo de cair.

Tenho dúvidas sobre um monte de coisas. Acredito que as duvidas são sementes! Planto as duvidas num solo de imaginação, rego com gotas de diversos insights e colho conclusões tridimensionais. Sim, aquelas conclusões que existem varias formas de observar, como um diamante multifacetado. Translúcido, muito lados... cada um escolhe o lado que acha mais bonito. E ainda reflete a luz em fractais. O temos então? Nenhuma certeza, mas varias analises e respostas. É otimo mesclar as duvidas com analises e discordias. Colocar e tirar insights.

Respostas temporárias - para satisfazer momentos da vida.
E de repente percebo, que o valor esta não em uma resposta, mas em contemplar e interagir com a vida.
Ser pensar nos erros e acertos - tudo faz parte do processo.
Planos e ações, um dia após outro. E o que muda no final? Acontece!

É muito bom ter planos e duvidas. Viver imprevistos. Viver com arte é transformar erros em acertos.

Free your mind, Relax your body and Enjoy your life!
Free your life, Relax your body and Enjoy your mind!
Não importa a ordem - liberte, relaxe e curta!

"é claro que a vida lhe tras responsabilidades, mas não rotule de velhice o que é maturidade!" (tianastacia)

Diante dessa parcela infima de coisas pergunto - porque fazer sempre o mesmo? porque ignorar toda a vastidão de opções? A vida é muito curta para limitarmos nossas escolhas e termos rotinas. Algumas são dificeis de mudar, mas podemos mudar os temperos. Just think about!


Foto - Um equilibrio caotico!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

deja vu


As pessoas so sabem falar de desgraças. E adoram ouvi-las também.

Um ciclone devastador no Caribe, um desmoronamento numa favela do Rio, um incendio numa floresta da Australia, um tsunami na Asia ou um acidente fatal com 8 mortos na estrada gera toda a atenção que a midia precisa. As pessoas adoram intrigas - Senado ou novela da globo, não importa! é assunto.

Já notou também como musicas que falam de sofrimento, corneamento, chifres, traição e outras desgraças da vida vendem mais que as tem um refrão tipo "oh happy day"?

Talvez seja porque o sofrimento seja desnatural e cause mais impacto que a felicidade. Pode ser... isso merece até um estudo de caso. Mas enfim, o que merece ser celebrado e vivido não são as manchetes de jornal.

Sem alienações, é importante saber os rumos do mercado, da bolsa, das especulações. Mas sem ficar doente por isso.

O que quero contar é - deixe a desgraça morrer por si mesma. Siga a vida, ame e ajude ao proximo.

O que quero contar é - estou exatamente onde eu queria estar!


Esse blablabla todo é so pra dizer isso. O melhor momento é agora. E tem sido muito bom!


Deja Vu - Pitty


Nem uma verdade me machuca
Nem um motivo me corrói
Até se eu ficar
Só na vontade já não dói
Nem uma doutrina me convence
Nem uma resposta me satisfaz
Nem mesmo o tédio me surpreende mais
Mas eu sinto que eu to viva
A cada banho de chuva que chega molhar no meu corpo
Nem um sofrimento me comove
Nem um programa me distrai
Eu ouvi promessas, e isso não me atrai
E não há razão que me governe
Nem uma letra me guia
Eu to exatamente onde eu queria estar
Mas eu sinto que eu to viva
A cada banho de chuva que chega molhar no meu corpo
A minha alma
Nem me lembro mais em que esquina se perdeu
Ou em que mão se virou
Mas já faz tanto tempo
Já faz tanto tempo
A minha alma
Nem me lembro mais em que esquina se perdeu
Ou em que mão se virou
Mas eu não tenho pressa
Já não tenho pressa
Eu não tenho pressa
Não tenho pressa
Nem uma verdade me machuca
Nem um motivo me corrói
Até se eu ficar
Só na vontade já não dói
Nem uma doutrina me convence
Nem uma resposta me satisfaz
Nem mesmo o tédio me surpreende mais
Mas eu sinto que eu to viva
A cada banho de chuva
Que chega molhando o meu corpo
Nem um sofrimento me comove
Nem um programa me distrai
Eu ouvi promessas, e isso não me atrai
E não há razão que me governe
Nem uma lei pra me guiar
Eu to exatamente onde eu queria estar
Mas eu sinto que eu to viva
A cada banho de chuva que chega molhando o meu corpo
A minha alma
Nem me lembro mais em que esquina se perdeu
Ou em que mundo se enfiou
Mas já faz tanto tempo
A minha alma
Nem me lembro mais em que esquina se perdeu
Ou em que mundo se enfiou
Mas eu não tenho pressa
Já não tenho pressa
Eu não tenho pressa
Não tenho pressa

é mais ou menos por aí...
sem perguntas, sem respostas - focando nos meus objetivos.
porque esse é o melhor momento da minha vida! simplesmente porque eu quero que assim seja!
:)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ecologicamente falando...


A paisagem muda. Abrem-se estradas, colocam pontes, viadutos e abrem tuneis. Não sei o quanto o asfalto agride o meio ambiente, mas dizem que os carros poluem.

Constroem cidades, obras arquitetonicas, ruas, bares... a vida selvagem que um dia foi expulsa, hoje invade de novo. São ratos saindo pelos esgotos, antas na beira de um rio morto, passaros cinzas fazem ninhos nos semaforos, e assim surge um novo e artificial equilibrio.
Emissão de CO2. Os ambientalistas alarmam. O clima realmente esta mudando. Mais calor - no nordeste choveu! Fato inédito e eles não sabiam como lidar com isso. Ao contrario, no sul fez seca, mas especulam (alguns dizem que é comprovado) que temos a maior reserva aquifera do mundo.
Lula comemora, temos petroleo no pré-sal. Basta cavar até quase no centro da terra.

Por outro lado, a GM lança um carro eletrico, não foi novidade, a Toyota e Honda já tinham feito. Será que na hora que toda a frota de carros for eletrica, teremos energia suficiente para carregar todas a baterias? Tomara que haja alternativas mais economicas... alguem sabe como ficará nossa conta de luz?
Resolvem um problema e criam outros. Mas, e aquele carro movido a agua?
Nada é pra salvar o mundo, querem apenas Sustentabilidade Economicamente Viável, ou lucros!
Eu fui na Patagonia, conheci o glaciar Perito Moreno, dizem que reduziu muito. Será que ainda existira daqui a 30 anos? Será que os diques da Holanda suportarão quando o mar subir mais 2 metros? Preciso conhecer Amsterdan!

A terra aquece. O que vai acontecer com o Saara? Será que vai chover? Teremos Oasis verdejantes onde hoje é deserto?
Um mundo de possibilidades.
Juro que não jogo lixo no chão, reciclo, não imprimo nada desnecessario, economizo luz e tento consumir apenas o necessario... mas ainda piso fundo no acelerador, consciencia tranquila porque uso alcool.
O mundo não vai acabar, mas pode ficar irremediavelmente machucado.
Salva-lo, preserva-lo e fazer a diferença... penso assim, voce tambem pensa assim... mas porque os governantes não se importam com a amazonia ou com as florestas tropicais?
São muitas interrogações.


...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ouvir ou não ouvir?


Simplesmente não quero ouvir!

Esse comportamento vem do achismo. Um achismo no qual a pessoa coloca um rotulo de certeza. E o rotulo de certeza permite todas as ações. O achismo rotulado de certeza permite que uma pessoa seja capaz de já saber o que o outro tem a dizer, permite a leitura de pensamento, a antecipação dos atos. Em outros casos, o achismo vem acompanhado de rotulações, no estilo –
“Não quero te ouvir porque voce pertence a outra classe social, raça ou credo”.
Racismo, classismo e achismo.
Vivemos numa era de dialogo e informação. Não nego que existam muitas informações inuteis, mas exceto aquilo que é gravação, cada vez que uma boca abre, o pensamento que precedeu pode ter sido diferente.
A questão da repetição merece uma reconsideração, pois já vi comerciais em que eles utilizam a mesma propaganda, e apenas no final colocam – Agora, com desconto de 20%!
E aí acontece... por conta do achismo de “eu já sei o que voce vai dizer” ou “já vi esse bla-bla-bla antes” uma informação importante passa despercebida.
Conhecimento, informações, toques, ponto de vista, desabafos, ofertas, noticias – ambito pessoal e comercial.
Podemos ouvir as coisas sem medo, porque nosso cerebro tem condição de descartar o que é inutil (e pasmem! As vezes descarta até o que é útil!).

Conversar e trocar informações é o que faz de nós, humanos, seres sociais. Pela vida afora, muita informação é trocada, e muita decisão tomada. Claro que existe muita coisa que não merece ser ouvida ou relevada, dependendo da fonte. Prefiro as informações que venham de fontes confiaveis, ou de suas origens. Ou a dualidade que permita comparações.

Não quero dizer com isso que toda fonte, informante ou informação deva ser analisada, mas que o cenceito que temos por determinada fonte, deve ser constantemente reavaliado. Um exemplo disso, é o caso da marca CCE. Durante um periodo a marca teve respeitabilidade, depois entrou numa fase de descredito, tanto que CCE passou a ser lido como “Conserta, Conserta, Estraga”ou “Começou Comprando Errado”. Recentemente me falaram que a fabrica passou por sérios processos de melhorias, e que a qualidade esta dentro de padrões aceitaveis. Não sei. Ouvi isso mas ainda não conferi. A questão de porque mantiveram o nome depois de tanto desgaste, e as estratégias de marketing... bom isso daria uma tese. Mas o fato é que, se eu estivesse precisando de um novo aparelho de som, faria uma nova analise nessa marca.

Essa informação que me deram sobre a CCE (e que ainda não me dei ao trabalho de ir ao google e ver o que dizem por aí), merece uma analise – Marcas mudam, pessoas mudam, qualidade muda. Tudo pode ir do céu ao inferno. O que foi bom e passou a ser ruim, pode voltar a ser bom. Por isso que... Informações merecem ser ouvidas!
Se ainda tivessemos a imagem do FIAT 147 na mente, e não permitissemos que a montadora mostrasse seus novos produtos, a Fiat teria fechado suas operaçoes, e hoje não teriamos o Punto.

O recado é esse. Produtos mudam, pessoas mudam. Tudo passa por ciclos. Coisas começam, decaem, mudam de nome, de titulo, melhoram, tem ceus e infernos... pessoas tambem são assim, aprendem, crescem, apaixonam, amam, sofrem, entram em conflitos externos e internos, libertam-se, amadurecem, odeiam, são indiferentes.... processos de mutabilidade.
Portanto, mantenha ouvidos, mente e coração abertos, porque o recado pode ser – hey! Voce é livre!

:)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

de repente, a vida vira festa!


Tudo é tão caótico, que é melhor não explicar. Entender o que não tem explicação é inviavel. Me inspiro para levar a vida com Osho e Sêneca, entre virtudes, equilibrio, caminho do meio, desapego, a irrelevancia das mesquinharias e a supremacia do bem. As coisas inexplicaveis que devem ser vividas. Admito a força que Crowley nos leva a retirar do interior e também a organização estimulada por Covey. Muitas vezes os autores trafegam pelo obvio, o que esta estampado frente aos olhos, e simplesmente precisamos aplicar.
Fui aplicando essas coisas simples à vida, traçando metas tangiveis e beneficas. A essencia humana tem alegria e felicidade, dessa forma, coisas que nos deixam pra baixo devem ser ignoradas, simplificadas e reduzidas a nada. Ou quem sabe, resolvidas rapidamente, o que não pode ser resolvido, deve ser esquecido – simples assim.
Dessa forma, damos e abrimos espaço ao novo, ao experimento, a alegria.
Coisas que nem sempre são novidades, mas que precisam de espaço para fluir, crescer e contagiar.
Alegria contagia. E é uma delicia quando nossa felicidade interior encontra outra felicidade, esse encontro gera um ambiente Alegre – e a vida vira festa!
São festas de encontros, reencontros e despedidas (sim, as vezes alguns vão embora antes do fim).
Festas de descobertas e de novos conhecimentos.
Festas experimentais.
É como ter a vida embalada por uma deliciosa batida eletronica, num ritmo psicodelico que faz tudo parecer um sonho.E como sempre, são coisas simples e disponiveis que deixam a vida assim. Uma festa continuum-suave.

Como num jogo de palavras, podemos visualizar uma vida com paz, desapego, amor, liberdade, felicidade, amor, alegria, parceria, complexidade e simplicidade, extremos e meio, cinestesia, evolução, revolução, razão e emoção, sonhar acordado... nada a preocupar e tudo para viver.
Porque a vida tornou uma deliciosa festa!
e...
AMO MUITO TUDO ISSO!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Chile 2



Ao falar em CHILE, muita coisa vem a mente... dessas muitas vou falar de tres - Neve, Vinhos e Festas!
Com a indicação de outros brasileiros (Prux, Nino e Nassib) que conheci no Che Lagarto (hostel), fomos fazer snowboard em Farellones. Tudo bem, eles fizeram, eu fiquei nos tombos. Mas valeu o dia.

Pra quem tiver tempo, vale a dica - Não feche pacote. Alugue o material (prancha, sky, roupas) numa loja em Santiago (La Pica del Esqui), alugue um carro e vá na cara e na coragem. Para nós, dois dias nesse esquema saiu mais barato (metade!) que o pacote de um dia com agencias. Valeu mesmo galera! Foi muito bom!







Deslizandoooo


A viatura de transporte...


Animação pelo caminho

O passeio pelas vinicolas teria sido melhor se fosse de carro locado... tem varias no caminho para Valparaiso. Mas valeu o pacote.
Tomando vinho....
Casilero del Diablo - e El Capeton ao fundo! Sinistroooo


Adega da Concha e Toro

E as festas... bom... isso não da para explicar muito... mas a melhor de todas sem duvida é a balada itinerante http://www.miercolespo.cl/ (não tenho fotos dela, mas confira o site)



Alegria vem em caixas!!!

Dicas - Os melhores points da cidade são - Av. Brasil, Av. Suecia, Bairro Providencia. Muitas opções para virar a madrugada todos os dias da semana (tipo Sampa). Conte mais com a simpatia que com a beleza dos Micocos e Micocas.
Os preços em geral são muito parecidos com os do Brasil.
O Chile não é um lugar para apreciar a gastronomia, mas sim as bebidas - Vinho e Pisco.
Alguns passeios que valem a pena fazer na cidade - Visitar os Cerros, Mercado Central (sei la como, mas eles olham pra nossa cara e sabem que somos brasileiros (e digno de nota, tem muito brasileiro trabalhando no mercado e night de Santiago), Plaza de las Armas (não deixe de visitar a igreja, um show de arte barroca).
O transporte urbano (trem e bus) de Santiago funciona muito bem! (taxis não costumam sair caro).
Do aeroporto para a cidade, tem lotação, barata, rápida e funcional. (1400 pesos).
Eles adoram futebol!
O transito deles é estressante no fim de tarde.






Chile - Parte 1


Adoro viajar!
Mas essa viagem teve aspectos diferentes. Teve amigos, festas, baladas, diversão, esportes radicais, gente nova que passou, gente que veio pra ficar.
O Chile não é um país que se conhece de uma só viagem. Essa foi apenas a primeira - juro que volto! Explorei apenas a região de Santiago, Valparaiso, Viña del Mar, Farellones, Vinicolas e as festas de Santiago.

Creio que as imagens expressarão bem como foi -
Em primeiro lugar, quero deixar claro que o Chile é uma delicia!

Outra coisa que não posso deixar de mencionar, de maneira geral os chilenos são extremamente receptivos, dispostos a conversas e ajudar no que for necessario, e gostam do brasileiros. Abaixo, Dani do Hostel Che Lagarto - um show de simpatia.

Como visitei no inverno, pouco sobrou do visual "vermelho" de outono, mas essa amostra da pra sentir como a cidade deve ser bonita nessa epoca do ano.

Por falar em cidade bonita, tenho que destacar a limpeza e a organização, outro ponto importante, la não parece existir uma desarmonia social tão grande quanto no Brasil. O visual abaixo é do Cerro San Cristoban. A imagem da pré cordilheira, coberta de neve, ao fundo enche os olhos de qualquer canto da cidade.


Bonita também é Viña Del Mar. O visual do Oceano Pacifico foi show. Primeira vez que vejo o por do sol no mar.
O mar em vermelho...

O ceu em vermelho...
Um navio atravessando o vermelho...
Puts... Lindo demais!


















sexta-feira, 31 de julho de 2009

A viagem, o mundo e tudo mais

Tudo é importante - A paisagem, a viagem, o destino, como e com quem viajamos... e a forma como viajamos!

Escrevo esse post de hoje, pensando nessa musica - Something for Nothing (Rush)

Waiting for the winds of change
To sweep the clouds away
Waiting for the rainbow's end
To cast its gold your way
Countless ways
You pass the days
Waiting for someone to call
And turn your world around
Looking for an answer to
The question you have found
Looking for
An open door
You don't get something for nothing
You don't get freedom for free
You won't get wise
With the sleep still in your eyes
No matter what your dreams might be
What you own is your own kingdom
What you do is your own glory
What you love is your own power
What you live is your own story
In your head is the answer
Let it guide you along
Let your heart be the anchor
And the beat of your own song


O processo da vida é viagem e estrada. Einsten já dizia que se ficarmos sentadinhos numa cadeira ou mesmo dormindo confortavelmente na nossa cama... estamos na nossa nave mãe – o Planeta Terra, viajando ao redor do Sol, este por outro lado viajando pela galaxia, e a galaxia sempre expandindo. Na maioria do tempo nem pensamos nisso, mas a viagem segue involuntariamente.
R e l a t i v i d a d e.
Nosso campo de visão é limitado para perceber todo mecanismo extra-galactico. Nem as variações quanticas percebemos. E o pior (ou melhor?) podemos não perceber, mas somos afetados. E disso vem as teorias de campos magneticos, setores zodiacais, moleculas quanticas, virus e deuses invisiveis – nos protegendo, influenciando e sacaneando.
Prefiro contar com o que esta ao alcance da minha visão, e expandir minha mente pelas experiencias. E aí, entram as coisas que me são palpaveis e reais neste momento de existencia. Viajar, conhecer, contemplar, vivenciar, experimentar, trocar, interagir, externar, absorver e varios outros verbos bons de conjugar.
Não faço ideia do que vem a seguir – e a vida segue. Não consigo esperar pelo quê deuses e astros reservam, então sigo fazendo minha historia.
Aprendi a acreditar nas pessoas, mas não conto com elas, não espero por seus atos para tomar minhas decisões. Sempre é movimento. Não existe nada estagnado. Relativamente tudo aparenta estar parado, mas não está, a realidade é que tudo move... e rápido. Existe uma distancia continua entre os pontos, mas segue desordenado e caotico, cada mente com uma decisão. Minhas decisões – volateis, caoticas e não criveis – como qualquer outra.
Conte apenas com o que voce realmente tem – ou seja, o que és. Porque o externo não tens.
Conquiste coisas na memoria.
Não precisa possuir nada, tudo já é parte de um todo – e mundo não é seu, é voce.
Mas, euzinho, minha consciencia segue – sem contar, absorvendo, vivenciando e explorando o mundo do qual faço parte.
E nessa viagem, por todo esse multiverso quantico, interagimos ou deixamos de importar.


... next, next, next... Finish!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Circumstances


Traçamos objetivos, fazemos escolhas, mudamos os nossos e os outros destinos, crescemos, evoluímos e tudo continua exatamente igual. A mudança só ocorre no intimo. Mudamos por dentro, quebramos paradigmas, outras percepções... mas o mundo segue igual. Tudo como sempre foi – poder, mentiras, corrupção ou idealismos, paz e amor.
Todos guerreiam, mutilam e privam.
Todos amam, unem e procriam.
Uma mesmice de multiplicidades complexas interligadas por pessoas únicas em si mesmas. Em ritmos diferentes, alguns batalham arduamente sem sair do lugar, ou fluem por horizontes e a cada dia assumimos papeis diferentes, depende de quem vê.
Somos deuses, tiranos, escravos, lideres, amantes, construtores, destruidores (e tudo mais) de nos mesmos e do mundo em torno de nós. Em momentos somos o centro e em outros tempos o satélite. Somos tudo ao mesmo tempo.
Mil revoluções e nada muda. A menos que a mudança seja interior.

Circumstances
Rush
Composição: peart

A boy alone, so far from home,
Endless rooftops from my window.
I felt the gloom of empty rooms
On rainy afternoons.
Sometimes, in confusion,
I felt so lost and disillusioned,
Innocence gave me confidence
To go up against reality.
All the same, we take our chances,
Laughed at by Time,
Tricked by Circumstances.
Plus ca change,
Plus c'est la meme chose,
The more that things change,
The more they stay the same.
Now I've gained some understanding
Of the only world that we see.
Things that I once dreamed of
Have become reality.
These walls that still surround me
Still contain the same old me,
Just one more who's searching for a world that ought to be.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

ah, se vou!


Taca Fogo
Tihuana
Composição: Roman/egypcio/léo/baia/pg
Sinto saudade do gosto do beijo
Molhado na boca com essa canção
Sinto saudade do gosto do beijo na boca
Molhado com essa canção
Quero viver, ver e ouvir as coisas de outra maneira
Não me prender a uma só visão, doidera
Tô viajando na moral, olhando a vida ao meu redor
Com você eu me sinto tão bem, já não me sinto só
Tenho saudade das noites perfeitas, regadas à tudo de bom
As coisas que agente acredita, verdades, mentiras ou não
Me dê por favor, taca fogo!
Me dê meu amor, taca fogo!
Pode gritar que eu fui pra rua viver
Fui ver o mar com a luz da lua
Mas não adianta você vir e me dizer o que fazer
Porque agora eu não vou fazer nada, nada, nada...
Catch a fire baby, catch a fire tonight...
.
.
.
Excesso de liberdade gera excesso de opções
Muitas opções e escolhas geram duvidas
O incrivel inferno do dilema - "O demonio da vida te dá cem portas, você escolhe uma, e vive das saudades das outras 99" (Fernando Sabino).
E todos os dias são assim. Vamos escolhendo, cercando, sendo escolhidos, permitindo, deixando que as coisas partam - e escrevo tudo pensando em destinos de viagem - Amsterdan fica pra outra ocasião. Tão outra ocasião quanto o Belo Horizonte que eu não quis ir hoje. Nesse fim de semana é como se uma pedra estivesse amarrada nos pés (aquelas bolas de ferro nos pés dos presidiarios). Mas fico por ficar. Vontade de não ir. Mas amanhã, pela madrugada a estrada me aguarda.
Caminhos frios. Motor 1.8 entre serras e curvas. Baixadas. E os mesmos pesos que fixam os pés em casa hoje, pesarão no acelerador... ah, vai saber!? :)
E eu aqui, nessa noite fria, ouvindo Tihuana, pensando em vinho, reggae, cogumelos, duendes e olhando outros roteiros - calor, frio, praia, montanhas, gelo e neve, muito sol, vento, protetor solar, lã, regata, bota, havaianas, sotaque portenho, sotaque cantado, trilhas, meu país, outro país...
Mas que eu vou... vou!

terça-feira, 23 de junho de 2009


Assim como já fiz um post à primavera, não posso deixar passar despercebido aquela estação que a precede – e começou ontem! O Inverno!
Época em que o sol passa tímido, o céu esta limpo, sem nuvens, mas o astro parece iluminar apenas o teto, e deixa a terra por conta de sombras imensas, por onde ventos gélidos nos perseguem, congelando o corpo, a mente e a alma.
O desejo de nos aquecer aumenta. Se o sol não acalenta, vamos buscar o Sol contido em botiglas, fermentado ou destilado. O sol do conhaque, do vinho, do whisky, da vodka e das cervejas bocks que dão o ar da graça somente nesta época do ano.
Aquecimento etílico ou corpóreo. Apesar do frio no clima, queremos aquecer o coração. Parece que uma carência coletiva toma conta da humanidade. Conseguimos até encarar o verão sozinho, mas não o inverno.
Será que estamos realmente conectados ao astro solar?
Será que estamos realmente conectados a gaia?
Ficamos isolados disso. Termocidade!
E mais uma vez, artifícios, aquecimentos vem em garrafas ou do compartilhamento de orelhas. (subjetivo e entrelinhas).

Entendo que o inverno tenha sua função hibernativa, uma quietude para a alma. Como se fosse um tempo de descanso. Aquela imagem típica – Tv ligada, um filminho besta na tela, um cha quente ao lado ou (essa é pra quem pode um pouco mais) lareira e vinho. Ficar debaixo das cobertas lendo um bom livro, ou para os mais dispostos – Aproveitar que a academia esta vazia e malhar!
As opções não acabam.
O inverno tem seu charme e elegância.
Abaixa o meu astral, sem duvidas, mas estimula a minha criatividade para não me entregar.
Inverno – e os pensamentos são sobre moletons, lãs, agasalhos, neve, extremos, Campos do Jordão, Monte Verde, Argentina ou quem sabe, desistir disso tudo e ir para outros trópicos?
De repente, a musica do Tianastacia me vem à mente (talvez você conheça a versão do Jota Quest) – “E se você quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou”.
Pois é... Eu vou!
Instintos migratórios. Vou em busca do Sol. Fotos com cores vivas, Tons vivos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Interseções


As linhas divisorias são finas. Marcam e dividem territorios, mapas, eventos e tempos.
Nem sempre são finas. Linhas divisórias nem sempre existem, e alguns eventos ficam sem um marco definido. Dificeis de definir onde começa ou finda algo.
Essas linhas invisiveis são as que causam discordias. Como definir os territorios?
Onde exatamente fica o fim do dia e o inicio da noite?
Onde termina o amor e começa o odio?

É nessa penumbra que habitam os fantasmas. Criaturas de ambos mundos se misturam, confabulam, armam seus esquemas, caem em contradições e invadem territorios.
É no entardecer de verão que vemos o sol se por lentamente enquanto as primeiras estrelas surgem. Nuvens brancas, nuvens avermelhadas, nuvens escuras. Tudo em transição.

Onde termina o desejo e começa a apatia ou o desprezo?
Coisas dificeis de definir - penumbra, morno, sombra, crepusculo, lusco-fusco, amanhecer e entardecer - talvez, porque elas em si, carreguem a dupla identidade do que são. Coisas indefinidas que nos colocam em dificuldade para definir o que realmente vemos, sentimos, queremos e acreditamos. E durante toda a vida transitamos, talvez, nem entre os polos, mas nas penumbras que dividem os opostos. Nem bom nem mau. Simplesmente humano.

Interseções em territorios neutros e vamos nos posicionando indefinidos.
Ah sim, mas por teimosia adoramos dizer que temos nossas posições e crenças de vida bem definidas. Mas como? A vida não é logica. Os sentimentos são os resultados de milhares de combinações. Sentimentos neutros. Percepções ilusórias.
Vemos o que acreditamos, verdades que são imaginarias. E assim também os sentimentos. O que hoje gostamos, amanhã odiamos. Conspiramos hoje contra os ideais de ontem. A razão desse momento é diferente da fé passada. Entristecemos com o que nos fazia felizes. Alegramos com o inesperado. Valorizamos o que antes desprezavamos.
Mudanças por todo o caminho. A paisagem nunca repete, fruto de uma trajetoria rica em detalhes. Certas coisas não se explicam, simplemente acontecem. Sempre existiram, apenas se tornaram claras.

Transitamos entre dias e noites, amanheceres e pores.
Se os objetos de odio hoje, foram os amores de ontem... o que dizer do amanhã?
Na penumbra ou no sol a pino - onde reside o caminho do meio? - As vezes, as perguntas são mais interessantes que as respostas. Vale apenas a observação e a reflexão.
Deixarei que as interrogações e as reflexões povoem os textos, mas nada disso se explica, apenas a mutabilidade a que nos expomos importa.
E não importa o sol, nem a noite, nem a penumbra.
E não importa nem a reflexão sobre as interrogações.
E não importa nem as diferenças entre amor e odio, tristeza e alegria, liberdade e prisão... porque qualquer resposta é apenas um conceito mutavel.

Então, sem mais analises, interseções até o proximo ciclo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Objetivo Final - A Paz Interior

Objetivo Final
Desejamos posses. Antes do mundo ser declaradamente capitalista, neoliberal, egoísta ou qualquer outra nomenclatura que remeta a esse desejo de querer e ter consigo, a humanidade tem anseios. Mesmo que sejam aqueles básicos da pirâmide de Maslow, ou desejos do coração. Queremos ter algo. Uma casa que nos sirva de abrigo, segurança, referencia ou ate mesmo “status”, ou um carro que muito mais que transporte, ofereça segurança, confiabilidade, identidade social e afins. Até a opção de ter ou não uma companhia envolve questões sociais, afetivas, emocionais.
As questões são mais profundas, se perguntarmos os porquês embutidos em tais desejos, as respostas podem envolver respostas com envolvimentos mais íntimos.
Porque um carro que gere status? Auto-afirmação?
Porque uma casa que dê segurança? Suprimir medos?
Porque um amor na vida? Suprimir uma carência?
Porque uma viagem ao paraíso? Massagear o ego?
As resposta podem ser amplas, mas gerariam outras perguntas –
Por que auto-afirmação? Suprimir carência? Massagear o ego? Suprimir os medos?
E assim vamos mais fundo na nossa própria alma, e creio que chegaremos mais próximos do desejo comum de todas as pessoas, queremos coisas e posses para sermos felizes e alcançarmos a tão desejada paz interior!
Casas, carros, amor, emprego, relação com Deus, planos de saúdes, seguros de vida e automotivo, viagens, férias, família... no fundo só queremos PAZ e Felicidade.
Talvez você consiga outra resposta, afinal a resposta virá do seu interior. Mas ainda acredito, que mesmo uma pessoa que deseja vingança, a quer única e simplesmente para apaziguar seus fantasmas interiores e ter a desejada – Paz e Felicidade.
Não ter foco e tentar agradar a outros, é enganar a si mesmo. Uma pessoa religiosa que faz coisas simplesmente para agradar a sociedade e a Deus, e tira o foco de si, da sua felicidade e paz, estará no caminho errado, cansará de andar em círculos e não alcançar o objetivo principal da existência, que é – ser feliz. Qualquer idéia, qualquer ação, por mais nobre que seja, não será realizadora e engrandecedora se não te deixar feliz consigo.
A ciência confirma que nascemos como seres egoístas, focados em nós mesmos, na infância aprendemos a socializar, a ceder e compartilhar, mas a essência permanece como um animal enjaulado. E esse animal precisa ser alimentado. Então é melhor que saibamos domina-lo e a fazer as coisas pela nossa felicidade. Quer tornar o mundo um lugar melhor, amor o próximo, ter nossos bens... todas estas coisas, seja para a felicidade pessoal.
Algumas pessoas são bondosas, pro ativas, ajudam e fazem coisas pelos seus semelhantes e ainda assim são tristes. Foco errado. Estão fazendo as coisas por Deus, pelo social, e não por quem mais importa e sustenta a maquina da vida.
Recomendo que sinta feliz e realizado por suas posses e ações. Mas pergunte antes de tudo – preciso realmente disso para ser feliz?

Algumas coisas tornam-se extremamente importantes nesse aspecto – Conhecer a si mesmo, traçar seus objetivos e não si trair. Partindo do pressuposto que a pessoa já saiba quem é, o que quer, porque quer e como alcançará sua paz interior, vamos para a questão – Não trair a si mesmo.
Depois que identificar os por quês e traçar a meta, seja fiel a si, não permita que outras pessoas ou objetivos menores, fora de foco, desviem sua atenção ou impeçam seu caminho. Longe de ser uma apologia a Crowley, aqui encaro que altruísmo e fazer o bem, façam parte das metas para alcançar a felicidade e paz interior, impossível para uma pessoa de caráter ter paz, sacaneando ao próximo, portanto a relação consigo, envolve o ambiente externo, e que este esteja em harmonia.
A partir dessa separação de fatores, a fidelidade a si passa a ser mais importante e benéfica que a fidelidade a outros. A condução da vida começa a clarificar que não fecharemos ‘contratos’ ou afirmaremos relações que estejam fora do foco, e que se as relações existentes estiverem fora do objetivo final, elas poderão ser canceladas com a consciência tranqüila. Tranqüila por estarmos focando a paz interior e ambiental, mesmo que por determinado momento haja uma instauração do caos.
Quebras de promessas e contratos, desistências, trair relacionamentos, ir contra objetivos iniciais, desistir da fé, mudar de caminho – Tudo isso é permitido e aceito por uma consciência que almeja Paz. Não há motivos para continuísmos. A vida muda, ambientes externos, objetivos secundários mudam. A busca pelo EU interior é que deve ser imutável.. Estamos inseridos em um sistema enorme, repleto de EU’s, cada pessoa integrante desse mundo se relaciona com outras, há uma pluralidade de interesses – complexa! Praticamente incompreensível, caótica, difícil de harmonizar e tenho consciência de que há objetivos que fogem do senso comum, portanto, entendo e enfatizo que nem sempre a felicidade será plena, mas a luta pela paz interior e uma constante harmonização com o exterior deve ser constante.
A busca por essa harmonia entre o interior e exterior envolve conflitos e dissabores. Faz parte. Externamente, outras pessoas podem julgar o comportamente de abandonar um compromisso que não dá certo, ou sem futuro como traição ou descomprometimento – Claro, nem todo mundo entende os meus e os seus nobres objetivos. E lembre-se também que tem muita gente adulta que ainda esta descobrindo o mundo, seus caminhos, suas metas... e outros tantos que não fazem a mínima idéia de porque estão aqui. Boa comunicação e clareza nos atos são igualmente fundamentais. Lembrando que nem todo mundo consegue entender a si mesmo, querem satisfazer outros, seus egos, erroneamente pensam que devem e podem possuir casas, carros, bens materiais e pessoas.
Como disse Osho (e porque não dizer também de Sun Tzu? “tudo que pode ser medido e mapeado, pode ser destruido), nada que perece te pertence. Lembre-se disso, sua única posse é a tua consciência e seu caráter. Mutáveis, porem indestrutíveis (obvio, que isso (in)depende do que (e como) você acredita – como sempre, milhares de possibilidades).
Complexo! Alias, ninguém nunca disse que seria fácil....




foto - imagem do filme - Blade Runner

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Viciante...


Eu não tinha noção disso, mas café, aquela simples e inocente xicrinha, com aquele liquido negro, com seu aroma gostoso, liquido quente - ME PIRA!

Minha relação com o café anda ficando insustentavel.

Eu tomo café ao acordar, tomo café no meio da manhã para acompanhar a conversa sobre negocios ou sobre o futebol, tomo mais um depois do almoço pra espantar o avassalador sono da tarde e mais outro pra reafirmar a função dele - me manter ligado!

Só alegria! Se tomo um depois das 18hs - bye bye sono! Morpheus não me pega!

E daí comecei a perceber, que a ausencia dele me da dor de cabeça, me dá nos nervos, me pira devagar... Neosaldina pra dor de cabeça? Que nada, descobri que o que me sarava era a cafeína da formula. Então vou direto à fonte. A droga toda é essa - minha vida ta centrada em torno do café.
Doses homeopaticas de manutenção ao longo do dia.

Antes café que... sei lá... coca-cola? Guaraná em pó? Red Bull? Cocaína? Cigarros? Balinhas delicia? Tudo bem, vou diminuir isso. Não gosto de ninguém me dominando, nem de ficar dependente.
Acho que a xícara de café me escolheu dessa vez...
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